segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Coquetel’ de agrotóxicos ingerido no consumo de frutas e verduras pode causar Alzheimer e Parkinson


O Mal de Alzheimer, Doença de Alzheimer (DA) ou simplesmente Alzheimer, é uma doença degenerativa atualmente incurável mas que possui tratamento. O tratamento permite melhorar a saúde, retardar o declínio cognitivo, tratar os sintomas, controlar as alterações de comportamento e proporcionar conforto e qualidade de vida ao idoso e sua família. Foi descrita, pela primeira vez, em 1906, pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer, de quem herdou o nome. É a principal causa de demência em pessoas com mais de 60 anos no Brasil e em Portugal, sendo cerca de duas vezes mais comum que a demência vascular, sendo que em 15% dos casos ocorrem simultaneamente.[1] Atinge 1% dos idosos entre 65 e 70 anos mas sua prevalência aumenta exponencialmente com os anos sendo de 6% aos 70, 30% aos 80 anos e mais de 60% depois dos 90 anos Fonte: wikipedia.org

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A doença de Parkinson ou mal de Parkinson, descrita pela primeira vez por James Parkinson em 1817,[1] é caracterizada por uma desordem progressiva do movimento devido à disfunção dos neurônios secretores de dopamina nos gânglios da base, que controlam e ajustam a transmissão dos comandos conscientes vindos do córtex cerebral para os músculos do corpo humano. Não somente os neurônios dopaminérgicos estão envolvidos, mas outras estruturas produtoras de serotonina, noradrenalina e acetilcolina estão envolvidos na gênese da doença. O nome "Parkinson" apenas foi sugerido para nomear a doença pelo grande neurologista francês Jean-Martin Charcot, como homenagem a James Parkinson.[2]
A doença de Parkinson é idiopática, ou seja é uma doença primária de causa obscura. Há degeneração e morte celular dos neurónios produtores de dopamina. É portanto uma doença degenerativa do sistema nervoso central, com início geralmente após os 50 anos de idade. É uma das doenças neurológicas mais freqüentes visto que sua prevalência situa-se entre 80 e 160 casos por cem mil habitantes, acometendo, aproximadamente, 1% dos indivíduos acima de 65 anos de idade.
É possível que a doença de Parkinson esteja ligada a defeitos sutis nas enzimas envolvidas na degradação das proteínas alfanucleína e/ou parkina (no Parkinsonismo genético o defeito é no próprio gene da alfanucleína ou parkina e é mais grave). Esses defeitos levariam à acumulação de inclusões dessas proteínas ao longo da vida (sob a forma dos corpos de Lewy visiveis ao microscópico), e traduziriam-se na morte dos neurónios que expressam essas proteínas (apenas os dopaminérgicos) ou na sua disfunção durante a velhice. O parkinsonismo caracteriza-se, portanto, pela disfunção ou morte dos neurónios produtores da dopamina no sistema nervoso central. O local primordial de degeneração celular no parkinsonismo é a substância negra, presente na base do mesencéfalo.
Embora seja mais comum em idosos, a doença também pode aparecer em jovens. Um britânico de 23 anos já foi diagnosticado com Parkinson e seus sintomas iniciaram com um pequeno tremor na mão aos 19 anos de idade.Fonte: wikipedia.org
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O Mago da arquitetura Bra. Um dos gênios do século XX

Oscar Niemeyer maia um dos 10 Brasileiros de todos os tempos.

 Créditos da Foto: Xinguara Online
Conhecido no mundo inteiro por suas obras magnificas, pelas curvas e traços brilhantes, sempre gostou do trabalho, mesmo depois do 100 anos. Sempre dando exemplo de vida para o mundo!...

Em uma entrevista de gravação do CD de especial dos 100 anos, depois de horas de entrevista, varias perguntas e resposta, um repórter perguntam.

-Dr. O Senhor está cansado!.. Vamos fazer uma pausa?
-Dr. Oscar!... Espreguiça-se!.. E fala! ...
- Vamos continuar!...
-O que querem saber?

-O Repórter. Diz o que o Senhor. Mais gostou de fazer até hoje, em especial?

-Dr. Oscar!.. Gostei de tudo que fiz na vida!..
-Mas oque mais gostei até hoje foi de mulher!...

E hoje próximo de completar 105 anos, a sua esposa atual tem cerca de 40 anos..
Oscar Niemeyer (1907-) é um arquiteto brasileiro responsável por ter projetado a cidade de Brasília e outros monumentos pelo país como prédios, igrejas e museus. Possui uma extensa obra e é um dos maiores representantes da arquitetura moderna da história. Tem como característica principal o uso do concreto armado para as suas construções e por compor uma maior fluidez e movimento nelas.

Niemeyer nasceu no Rio de Janeiro e era filho de funcionário público. Em 1928, casou com Anita Baldo, filha de imigrantes italianos. Em 1929, entra para a Escola Nacional de Belas Artes, e forma-se arquiteto e engenheiro em 1934. Depois foi trabalhar no escritório de Lúcio Costa, arquiteto famoso na época. Ali, aprendeu os segredos da profissão.

Seu trabalho inaugurado em 1938, a Obra do Terço, edifício localizado no Rio de Janeiro, já eram notados os traços e estilo de Niemeyer, herdado do colega de profissão Le Corbusier: o uso dos pilotis, da planta livre, o terraço jardim e a fachada livre. Em 1943, foi inaugurado o prédio do Ministério da Educação e Saúde com azulejos do pintor Cândido Portinari e ainda continha os jardins projetados por Burle Marx, paisagista francês. Sendo assim, esse prédio é uma síntese da arquitetura moderna.

Em 1940, Niemeyer teve a oportunidade de conhecer, o então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek. O arquiteto foi convidado pelo político para projetar uma área no centro da cidade. Daí, Niemeyer projetou um conjunto de edificações que é conhecida como Pampulha. A partir desta obra, pode-se notar o estilo de Niemeyer, pois os prédios da Pampulha são sinuosos, ou seja, uma espécie de movimento de concreto, com maior fluidez.

Junto com Corbusier, fez parte da equipe que projetou a Sede das Nações Unidas, a ONU. Nesta época, já era conhecido como um dos maiores arquitetos do mundo.

O arquiteto ainda realizou obras como o prédio do Banco Nacional Imobiliário (BNI), ainda na década de 50, Casa Edmundo Cavanelas, em Petrópolis, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, em Belo Horizonte.
Seu trabalho maior ainda estava por vir: a projeção arquitetônica para a construção da capital nacional- Brasília, em 1956, a convite do então eleito Presidente da República Juscelino Kubitschek.

Em 1958, Niemeyer executou o projeto arquitetônico, e Lúcio Costa, seu antigo patrão, elaborou a urbanização da cidade. Na construção de Brasília, destacam-se prédios como o do Palácio do Planalto, este inaugurado no dia 21 de abril de 1960, a Praça dos Três Poderes, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. São monumentos grandiosos de Niemeyer.

As ideias do ousado arquiteto não ficaram isentas de críticas. Seguidor da ideologia socialista criou Brasília para ser uma cidade, cujos prédios, teriam o objetivo de abrigar funcionários públicos de diversas camadas sociais, com construções extensas e arrojadas por demais. Na prática, a urbanização criada por Lúcio Costa não abrigou todas as pessoas que ali viviam, contradizendo os ideais socialistas. Por isso, arquitetos de outras correntes acusavam Niemeyer e Costa de abusar do artificialismo exagerado.

Com o golpe militar de 1964, Niemeyer foi exilado, pois comungava com as ideias comunistas. Porém, volta do exílio em 1979 e projeta monumentos importantes, como os prédios dos centros educacionais- CIEPS e o Sambódromo, ambos no Rio de Janeiro.

Niemeyer ainda trabalha e já conta com mais de 100 anos de idade. Continua desenhando e projetando monumentos e prédios para todo o país.
Informações biográficas de Oscar Niemeyer:
Idade: 104 anos
Data do Nascimento: 05/12/1907

Oscar Niemeyer e sua mulher vão a ensaio da Beija-Flor no RJ.
13 de fevereiro de 2012 • 08h33 • atualizado às 08h47
Oscar Niemeyer passeou com a mulher, Vera Lúcia Cabreira, pela Marquês de Sapucaí, na noite do último domingo (12)
O arquiteto Oscar Niemeyer, 104 anos, que desenhou a Marquês de Sapucaí, esteve no sambódromo para conferir o último ensaio técnico da Beija-Flor de Nilópolis, na noite do último domingo (12), no Rio de Janeiro.

Acompanhado pela mulher, Vera Lúcia Cabreira, Niemeyer passeou de carro pela passarela do samba e posou ao lado do rei Momo, da rainha e das princesas do Carnaval 2012.

É possível contar a história de um povo através da sua arquitetura? Dizem que o aspecto mais importante da aparência dos edifícios está no que vislumbramos a respeito das sociedades que os construíram. Seguindo este raciocínio, podemos afirmar que a arquitetura de Oscar Niemeyer e outros arquitetos da sua geração é, com certeza, o que de melhor o Brasil produziu. Uma arquitetura com alma própria, inspirada na geografia de nosso país, que acabaria por influenciar arquitetos no mundo inteiro.

Oscar Niemeyer – A vida é um sopro é um filme que, sem pretender ser inovador ou genial como o personagem que lhe serve de tema, procura se pautar na clareza de suas linhas e na poética de suas formas, para (ré) construir a história do maior ícone da Arquitetura Moderna Brasileira. Uma história indissociavelmente ligada às transformações do país neste último século.

No documentário, de 90 minutos, o arquiteto conta de forma descontraída como concebeu seus principais projetos. Mostra como revolucionou a Arquitetura Moderna, com a introdução da linha curva e a exploração de novas possibilidades de utilização do concreto armado. Fala também sobre sua vida, seu ideal de uma sociedade mais justa e de questões metafísicas como a insignificância do Homem diante do Universo.

Produzido pela Santa Clara Comunicação e rodado em vídeo digital e 16 mm no Brasil, na Argélia, França, Itália, Estados Unidos, Uruguai, Inglaterra e Portugal, A vida é um sopro é costurado por imagens de arquivo inéditas e raras, e por depoimentos de personalidades como os escritores José Saramago, Eduardo Galeano e Carlos Heitor Cony, o poeta Ferreira Gullar, o historiador Eric Hobsbawn, o cineasta Nelson Pereira dos Santos, o ex-presidente de Portugal Mário Soares e o compositor Chico Buarque.



“Eu me lembro que na Europa, às vezes eles diziam: ‘O passado arquitetônico de vocês é pobre, é mais português do que brasileiro’. E eu dizia: ‘isso é muito bom para nós, porque vocês vivem circulando entre monumentos, e nós estamos livres pra fazer hoje o passado de amanhã’.”

Primeira Parte– Os primórdios. Oscar Niemeyer faz referência à sua infância em Laranjeiras, à família e à juventude boêmia; fala de seu processo criativo; da importância da liberdade e da fantasia em qualquer esfera da atividade humana; de sua opção de recém-formado e decidido a fazer uma boa arquitetura, trabalhar sem remuneração no escritório de Lúcio Costa; do encontro com Le Corbusier, o grande mestre da Arquitetura Moderna da época; de sua participação, ao lado de um ou de outro, em obras fundamentais, como o prédio do então Ministério da Educação e Saúde (hoje Palácio Gustavo Capanema, 1936) no Rio de Janeiro, o Pavilhão do Brasil na Feira Internacional de Nova Iorque (1939) e a Sede da ONU em Nova Iorque (1947); do Grande Hotel de Ouro Preto (1939) e da visão de sua geração com relação à defesa do patrimônio histórico; da criação da Pampulha, marco inicial de sua parceria com o futuro presidente da República Juscelino Kubitschek, então governador de Minas Gerais; do diálogo de sua arquitetura com a pintura e a escultura; de sua entrada para o Partido Comunista, em 1945.

“A primeira vez que eu fui à Brasília de avião, a gente foi com os militares. Eu sentei ao lado do Marechal Lott e, no caminho, ele me perguntou: ‘Niemeyer, o nosso edifício vai ser clássico, né? ’ Eu até disse, sorrindo pra ele: ‘o senhor, numa guerra, o que vai querer? Arma antiga ou moderna? ’”.

Segunda Parte – Brasília. A epopeia da construção da nova capital da República: à distância, o desconforto, a esperança de um Brasil melhor; as reações contrárias; as obras monumentais na Praça dos Três Poderes; as colunas do Alvorada e do Palácio do Planalto; a Catedral e sua nave como elemento de ligação entre o céu e a terra; a importância da unidade plástica no conjunto arquitetônico; o projeto urbanístico da cidade, baseado na Carta de Atenas; o desencanto com a explosão demográfica e o desvirtuamento do Plano Piloto.

“E, no Brasil, às vezes, as pessoas ficam reclamando: ‘Mas por que a Praça Três Poderes não tem vegetação? Por que tanto sol? ’ E a gente tem que explicar isso, que é tão intuitivo… Porque ali é uma praça cívica, é diferente, tem que valorizar a arquitetura. Mediocridade ativa é uma merda!”

Terceira Parte – Exílio. Os tempos na Argélia recém-libertada; a concepção do projeto da Universidade de Constantine (1969); a chegada a Paris e a construção da Sede do Partido Comunista na capital francesa (1965); a importância dos vãos e do espaço livre na arquitetura; a criação do Espaço Niemeyer em Le Havre (1972), envolvendo o rebaixamento de uma praça de 400 m², a sede da Editora Mondadori em Milão e seus grandes arcos de espaçamentos variados.

“Esse negócio da razão é inimiga da imaginação, isso é fantástico. A gente não quer uma arquitetura certinha, que funciona bem. Funcionar bem toda arquitetura tem que funcionar. (...) Beleza é importante. Você vê as pirâmides... uma coisa sem o menor sentido, mas são tão bonitas, são tão monumentais que a gente esquece a razão das pirâmides e se admira né? Se você ficar preocupado só com a função, fica uma merda.”

Quarta Parte – Metafísica e trabalhos recentes. Os monumentos de protesto: Tortura Nunca Mais (1986) e Monumento aos Operários (1989); Sartre; a polêmica em torno da Passarela do Samba (1983) e dos Centros Integrados de Educação Pública - CIEPs (1984); a escolha do local e a idealização do Museu de Arte Contemporânea - MAC (1991), em Niterói; a capacidade de Niemeyer de criar obras que se transformam em emblemas da cidade para onde foram criadas, incorporando-se de forma definitiva ao imaginário popular, como as colunas do Alvorada e o prédio do MAC, cujas formas aparecem reproduzidas em construções modestas, logomarcas de carros, móveis, pizzarias, pontos de táxi...; teorias geneticistas (“o homem é feito uma casa; a gente pode pintar, consertar o telhado, as paredes; mas se o projeto for ruim, fica sempre a deficiência.”); o Museu Oscar Niemeyer (2002), em Curitiba; o velho pessimista (“eu acho que tudo vai desaparecer, o tempo cósmico é muito curto.”); o sonho, sempre renovado, de igualdade social; a pequeneza do homem diante do universo.

“Você olha pro céu e fica espantado. É um universo fantástico que nos humilha e a gente não pode usufruir nada. A gente fica espantado é com a força da inteligência do ser humano, que nasceu feito um animal qualquer, e hoje pensa, daqui a pouco está andando pelas estrelas, conversando com os outros seres humanos que estão por essas galáxias aí. Mas no fim, a resposta de tudo isso é isso: nasceu, morreu: fodeu-se.“
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UMA DAS PIONEIRAS IDOSAS DE XINGUARA

 Créditos da Foto: Mãezinha do Projeto Casulo  
 http://xinguaraonline.com.br/images/noticias/515/DSC00159.JPG
A artesã da melhor idade com 92 anos dona. Luiz Alves Gonzaga, conhecida por Mãezinha do Projeto Casulo é viúva de Manoel Paladino e prima do Sr. Raimundo Henrique de Miranda, José Henrique. É natural de São Raimundo – PI. Católica fervorosa passa o tempo com o seus retalhos fazendo arte (fuxico) tapetes, capa de tanquinho etc. Chegaram ao ano de 1973. Juntamente com os filhos Aleixo, Mariano, Gilberto etc.
Na colônia foi um dos primeiros a produzir arroz feijão, milho, batata, mandioca e outros não havia nem uma vaquinha nem um litro de leite antes da colheita pra não morrerem de fome todos moradores só comiam carne de caça: Porcão, Paca, Anta, Jabuti, Macaco ou pesca na colônia PA-70 não havia nada industrializado ilustravam as panelas com areias do rio, banho com sabão caseiro os cremes, shampoos eram óleo de mamona e dançava o forro a noite inteira. Trouxemos nas costas de Redenção mudas de bananas e outros atravessando o Rio Salobro e Mariazinha. A Mãezinha disse que hoje é uma fartura em Xinguara, é um céu... Não soube responder o total de netos, bisnetos e tataranetos. Algumas famíliaspioneiras também: Senhores. (A). Agenor, Geraldinho, Sena, Kassinha, Rubão, Honório pai do Onorindo, Dalva dos temperos, Luiz da Kombi, Manoel Vicente pai do Zé Diomar e avós da jornalista Mábia Cristina.
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ATLETAS XINGUARENSE DE TODOS OS TEMPOS

Créditos da Foto: Xinguara Online
http://xinguaraonline.com.br/images/noticias/519/box2dgdv.jpg   Os Primeiros Times de Futebol em Xinguara no inicio desde 1977 foram Vila Nova e o XEC (Xinguara Esporte Clube) as duas equipe jogavam muito bem, alguns jogadores da época: Raul Carvalho, Vil condes, Luizinho o ex-vereador, José Geraldo, José Roberto, Dr. Geraldo Carijó, Edson, Noronha, Alderite, Quexim, Júne, Wagner, Gilson de Souza, Zé Maria, Admir, Turquinho, Marinho, Jesso do Serve Mais, Keith e gordo da Brahma, Ruy, Zé Lito, Luiz Carlos, João Paixão, Jabuti, Baianão, Orlandinho, Cabo Almir, Ribinha, Veludo, Matador e outros. Era a base da seleção de futebol de Xinguara, chegou ganhar varias vezes as competições disputadas de Conceição á São Felix do Xingu.

Havia também as equipes das serrarias eram dezenas, o futebol na região sempre teve talentos de sobra, muitos saíram para jogar em equipes grandes do futebol profissional pelo Brasil alguns nomes: Robertinho, Cafu, Mauricio goiano, bi Luca, Chiquinho, Edson, léu e no exterior alguns nomes ainda: José Roberto, Dênis, Boca e outros. Recentemente alguns garotos estão em experiência em varias equipes grandes e medias do Brasil.

Hoje no comando da liga de futebol os Senhores. Paulo Gomes de Almeida, Milton Abreu, Roberto do arauto, Dori, Dico sapateiro, Chicão um dos 1º. Árbitros, Damião Pereira, Toninho da borracharia, Dorival, Gonçalo, Genival, Hernando, Toquinho além de vários incentivadores do esporte: Zé Cândido da visão contábil, CFC Xinguara, Baiano dos radiadores, Zezinho ciclista, Drogaria Xinguara, Suleimany do Grupo Ideal Hélio, Rafael do serve mais e outros desportistas.

Quem também contribuiu muito com o esporte no geral e principalmente o futebol Xinguarense foram: Antônio Firmino, Zézito do lojão Paulista, J. Santos, Geraldo Perez, Beleza, Cananeias, Alderios Barros Mourão, Werley da lunar, Dr. João Batista, Jonas Rocha, Caveirinha, Valtinho casa da roça o corintiano, Hélio os irmãos Medrados.

Agora estamos na expectativa de Xinguara ter um time de futebol profissional na divisão de acesso, escrito registrado na Federação Paraense de Futebol. XEC (Xinguara Esporte Clube). O Presidente é o Senhor. Lazaro Borba, que terá apoio da Prefeitura Municipal de Xinguara. Empresas local encabeçando pelos Frigoríficos e Curtume e principalmente a Vale do Rio Doce.

No meu ponto de vista temos que ter o exemplo de algumas equipes do interior do Brasil que atravessa vários estados viajando de ônibus e chega jogar até de graça só com ajuda de custo, sege voluntariado mesmo no início, jogadores, comissão técnica, cartolagem e etc. Acho até que não deve haver nem uma disputa partidária que interfira no futebol profissional, tem que todos se unirem e jogar do mesmo lado pelo menos no futebol.

Por exemplo, poderia fazer uma copinha no aniversário de Xinguara todos os anos convidariam todas as equipes da região, só com garotos de 14 e 15 anos de idade, iriam surgir vários talentos poderia ser aproveitado p´ro futuro, eles ficariam em um alojamento com apoio do município com estudo integral
acompanhamento medico e do Conselho Tutelar e outros órgãos educativos, isso em longo prazo de dois a três anos com os treinos a cada dois dias, no final teria uma equipe de jovens juniores com 16 e 17 anos que poderia disputar a taça São Paulo, ai sim, seria um sucesso!... Atraia investimentos p´ro município de Xinguara, com certeza teria uma forte equipe no futebol paraense e no futuro brasileirão porque não?
Temos que sonhar com os pés no chão.

Outros atletas que contribuíram com Xinguara e ficou marcado na história das competições esportivas são eles: “O Cearense e pioneiro Xinguarense”, José Trigueiro campeão de “Dama” pelo Brasil já foi o numero cinco dentre eles noventa e poucos competidores e reconhecido pelo CND. (Conselho Nacional de Desporto).

Na São Silvestre em São Paulo e outras competições pelo Brasil e região: Jurandir do Fórum, Antônio Firmino, Ermírio e Evaristo foram alguns dos atletas de corrida de Xinguara que não podemos esquecer.

O Motocross também marcou muito em Xinguara até o início de 1991. Milhares de torcedores aglomeravam para assistir as competições em Xinguara, o local era onde hoje é FAX. (Festa Agropecuária de Xinguara). O Carlinho da TS Motos foi varias fezes campeãs em Xinguara e regional.

No Ciclismo Xinguara também é conhecida pelo Brasil a fora, não disputou no exterior por falta de patrocínios, hoje vários atletas disputam na região e em outros estados da Federação. Um dos mais premiados e o Zezinho Ciclista campeão Norte e Nordeste e disputou provas por todo o Brasil.

Colunista: Gerald Macedo
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Rio + 20 2012. Fazendeiro de Xinguara faz a sua parte

 Créditos da Foto: Xinguara Online 
No município de Xinguara-Pa. Á 780 km da Capital Belém, Região entre o baixo Araguaia e alto do Xingu. Aqui houve um passado triste nos séculos XVIII, XIX e XX aqui se houve muita destruição e atrocidades por ganancia contra os povos indígenas existentes da época. Amando dos coronéis que comandava grupos de homens, jagunços na exploração na floresta e atiravam para matar e apossava de toda a riqueza da floresta: o látex, peles dos animais, castanha e principalmente a madeira de lei.
No final dos anos 60 a convite do governo trabalhador rural de todo o Brasil popularizou a Amazônia para produzir os cereais e principalmente na criação de gado, houve muitas derrubadas nas florestas uma parte das variedades de madeiras como a castanheira, pau Brasil, mogno, cedro, peroba, amarelão e outros as serrarias aproveitou, mas a maioria botou fogo para dar lugar às pastagens.
Hoje temos alguns exemplos: A fazenda Santa Luzia no Rio Maria uma Propriedade do conhecido Sr. Rubão, ele reservou uma boa parte da sua fazenda aproximadamente 600 hectares de floresta vigem, em volta as placas proibindo caça, pesca e outros lá vivem variedades de seres, espécies fauna e flora ainda são preservados os igarapés e nascentes.
Outras iniciativas esta acontecendo em PARAGOMINAS-PA. Empresários em consorcio mantem um movimento sustentável: Lavouras, pecuária e floresta um manejo de 5 a 7 anos são retiradas a madeira na produção de compensados e MDF para fabricação de moveis. Além de preservar o meio ambiente mantem o equilíbrio sustentável e ainda rende aos empresários quatro vezes mais duque a criação de gado.
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Chico Xavier vence e é eleito O Maior Brasileiro de Todos os Tempos

Créditos da Foto: Xinguara Online
 A grande final de O Maior Brasileiro de Todos os tempos aconteceu na noite desta quarta, 3 de outubro, na sede do SBT, em São Paulo. Após encerrada a votação, o jornalista Carlos Nascimento anunciou Chico Xavier como o grande vencedor da competição.

Representado por Saulo Gomes, o ícone espírita obteve 71,4% dos votos do público pela internet e via SMS.

Chico Xavier sempre foi considerado um mensageiro do amor. Um homem sereno e humilde que tocou o espírito de seus seguidores. Com apenas 21 anos, psicografou o primeiro livro. Logo viriam mais publicações, os elogios e as críticas. Durante toda a sua vida, ele teve que lidar com acusações e desconfianças dos descrentes na sua obra. Sua mensagem chegou a milhões de pessoas. Muitos são os relatos de vidas transformadas através das suas palavras.

Biografia


Chico Xavier foi um dos maiores expoentes do espiritismo no Século XX. Da infância pobre ao reconhecimento internacional, ele nunca pensou nele, e sim, no próximo.

Depois de conhecer seu guia espiritual, Chico levou o dom psicográfico às livrarias. Autores falecidos puderam continuar suas obras através do médium. Foram mais de 400 obras psicografadas e publicadas em diversos idiomas, uma vendagem superior a 50 milhões de exemplares.

Chico Xavier nunca ficou com um centavo do dinheiro arrecadado com as vendas. Toda renda, desde o seu primeiro livro, foi destinada a instituições espíritas e a seus trabalhos sociais, que ajudou sempre os mais necessitados.

O médium recebeu dezenas de homenagens de várias cidades. Porém, humildemente achava que esta admiração pertencia à doutrina espírita e não a ele.

Chico também era uma ponte de conforto para milhares de mães que buscavam nele a esperança de contato com os filhos já mortos. Um trabalho que passou a ter notoriedade graças ao seu empenho e disciplina.
Curiosidades

• Chico Xavier venceu Ayrton Senna na fase semifinal do programa, com 63,8% dos votos.

• Sempre usava óculos escuros porque sofria de um tipo de catarata que não tinha cura.

• Aos 4 anos, Chico Xavier dizia que via espíritos. O pai pensou que o menino estava com o “demônio no corpo”.

• O primeiro livro de Chico Xavier tinha 259 poesias ditadas por 56 poetas mortos, entre eles Olavo Bilac e Castro Alves.

• Durante sua vida, Chico Xavier nunca ganhou dinheiro como médium. Trabalhou como operário e foi até datilógrafo.

• Emmanuel, o mentor espiritual de Chico Xavier, já teria vivido como um senador romano, um escravo e até mesmo um padre.

• A estreia do filme Chico Xavier ocorreu no mesmo dia em que o médium completaria 100 anos se estivesse vivo.

• Mesmo com problemas de saúde, como hérnia de disco e angina, Chico Xavier cumpriu sua missão espírita por toda a vida.

• Viajou para os Estados Unidos, em 1965, com intuito de divulgar o espiritismo no exterior.

• Tinha uma única vaidade: usava peruca para esconder sua calvície.

• Chico Xavier psicografou cerca de 10 mil cartas de desencarnados durante toda sua vida.
Fonte: SBT http://www.sbt.com.br/omaiorbrasileiro/
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PERFIL ECONÔMICO DA CIDADE DE XINGUARA ATÉ 2012.

Créditos da Foto: Xinguara Online População 40.984 habitantes até Junho de 2011 a estimativa dados do IBGE. População na área urbana 31.492 pessoas, área rural 9.081 pessoas. Homens 20.572 e Mulher 20.001,
Total de residência no município 15 mil casas 12,5 na sede e 2,5 nos distritos e áreas rurais. Gentílico. Xinguarense.
Código do município, 150840 índices de 0,739, produto interno bruto (PIB) 362.639,00 com um PIB Percapta de 9.050,59 – IBGE/2008.
Na ultima eleição 2012 Total. 29.664. O município esta em fase de crescimento no setor da construção civil esta aquecida e vários loteamentos fazendo sua feira pela Caixa econômica Federal.
Temos a 12ª. Renda Percapta do Pará, a 7ª. Desenvolvimento humano e 1ª. Em taxa positiva de emprego do estado fonte: CAGED,
Frota de veículos em Xinguara é de 15.264 IBGE 2010, estimativa é de cerca de 20.000 em 2012. Numero de servidor na rede publica cerca de 1.500 até 2006.
Lista dos principais comércios da cidade de Xinguara: São 23 supermercados de gêneros alimentícios considerados grandes e médios/ 22 lojas magazines vestuários e calçados/ 12 lojas de moveis e eletros domésticos/ 12 casas de material de construção/ 10 casas agropecuária/ 12 Restaurantes churrascaria/ 08 postos de combustíveis/ 04 lojas de informática e eletrônicos/ 04 vidraçarias/ 05 lojas concessionárias de veículos carros e motos/ 03 locadora de veículos/ 05 Óticas/ 13 hotéis considerados grandes e médios e outras dezenas de pensão e dormitórios. 01 corretora de seguros, 07 escritórios de contabilidade/ 10 depósitos de gás/ 06 funerárias.
Dezenas de escritório de advocacia e mais de 50 advogados que responde na subseção de Xinguara. Alguns nasceram ou se criou no município.
Consultórios dentários também existem dezenas deles trabalhando e algumas clinicam também e grande numero destes profissionais se criou ou nasceram em Xinguara.
Mais de 200 lojas em variedades lanchonete, bar, pit-dog, sorveteria, salão de beleza, escritório compra de gado, açougue, autopeça, mecânicas, marcenaria, malharia - serigrafia, cerealista, borracharias, metalúrgica, oficinas, atelier de costuras etc.
Numero de empresas cadastradas no município é de 3.129 com CNPJ. Além de cerca de 2.000 vendedores informal e autônomo crediaristas como feirantes, sacoleiras, joias bijuterias, cosméticos, churrasquinhos alimentos em geral e ambulante no geral em movimento ou nas calçadas, todos gerando rendas e economia solidaria.

Localização: Sudeste do Pará, Área – 3.779,348 km², Densidade demográfica hab. p/quilômetros quadrado 10,74 Limites: Norte - Parauapebas e Canaã dos Carajás; Sul - Rio Maria, Pau D arco, Redenção e Conceição do Araguaia; Leste – Estado do Tocantins; Oeste.
– Distancia entre alguns municípios: Água Azul do Norte – 70 km, Ourilândia do Norte – 145 km, Tucumã – 155 km, São Felix do Xingu – 224 km, Sapucaia – 35 km, Canaã dos Carajás – 140 km, Eldorado dos Carajás – 144 km, Marabá – 240 km, Rio Maria – 25 Km, Redenção – 110 km, Conceição do Araguaia – 210 km, Distancia da Capital Belém – 778 Km.
Acesso é pela BR.- 155, que lida Xinguara a Sapucaia, Eldorado dos Carajás, Marabá e Belém, e a PA - 279, liga a Água Azul do Norte, Ourilândia do norte, Tucumã e São Felix do Xingu.
Há um campo de pouso, com uma pista de 1.200 MT, a cerca de 5 km da sede. A viagem aérea entre Belém e Xinguara dura 1h45m.
Economia: A pecuária, hoje é o carro chefe é acima de 513.335 mil cabeças de boi e 443.000 bubalino, existem dois frigoríficos bovinos a media de abate é de 1600 cabeças diária, mas um curtume ambos gerando uma mão de obra direta de 1800 empregos.
Bacia leiteira: Meta exata quantos litros de leite diário produz em Xinguara numero de vacas ordenhas 14.672 litros ordenhado por dia 68.312 litros ultima estimativa e varias empresas recolher o leite para outros laticínios da região.
Hoje existem cerca de 500 fazendeiros cadastrados no sindicato agropecuário de Xinguara. E um grande número deles também tem fazendas em outros municípios como: Rio Maria, Floresta, Banak, Sapucaia, Água Azul, Ourilândia, Tucumã e São Feliz do Xingu.
Apicultor, piscicultura é um futuro promissor existe até associação dos criadores de peixe, a carne mais consumida no mundo é a carne de peixe, na semana santa o consumo bate o recorde e falta peixe. Mas o consume é muito pouco, profissionais da saúde indica é saldável deveria cada um comer no mínimo 12 quilos por ano. A maior produção é no RS, SC, MT, MS, CE e PE a maioria é exportado.
Agricultura familiar: forma a base da economia. A cadeia produtiva da pecuária, couro, carne, leite e derivados é o principal pilar da base de sustentação da economia.
Toda essa produção é destinada as indústrias os frigoríficos, curtume e laticínios, que atendem os mercados de Belém, São Paulo, região do Nordeste e exterior.
Agricultura é praticada de forma familiar, sendo desenvolvida pelos pequenos produtores na área rural criação de aves, suínos e outros, no Projeto Casulo e Setor Chácaras fruticultura também é intensiva no município, com destaque para a produção de pequi carnudo, uma das maiores da região, banana, mandioca e variedades em hortaliças.
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